• Fonte: Prefeitura de São Sebastião

São Sebastião cumpre exigências do Instituto Geológico e da Casa Militar e volta ao “Estado de Obser

Os técnicos do Estado estiveram em São Sebastião, na tarde da última terça-feira (27/03), para uma vistoria nos locais atingidos durante as chuvas e avaliar se os apontamentos feitos pela equipe estadual no dia seguinte às ocorrências haviam sido corrigidos.

Defesa Civil em São Sebastião - Foto: André Santos/PMSS

A efetividade nas ações de controle, recuperação de áreas atingidas e união de esforços em todos os setores da Prefeitura de São Sebastião foram fatores fundamentais para que os técnicos do Instituto Geológico (IG) e da Casa Militar do Estado – onde funciona a CEDEC (Coordenadoria Estadual de Defesa Civil) – tomassem a decisão de retirar a cidade do chamado nível vigente de ‘Alerta’ para o estado de ‘Observação’ seguindo o nível de observação dentro do Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC).

Os técnicos do Estado estiveram em São Sebastião, na tarde desta terça-feira (27/03), para uma vistoria nos locais atingidos durante as chuvas e avaliar se os apontamentos feitos pela equipe estadual no dia seguinte às ocorrências haviam sido corrigidos. “A volta ao estado de observação deve-se ao fato de um conjunto de fatores, o que inclui as condições climáticas para os próximos dias e a constatação de que a cidade avançou e atendeu a todas as exigências feitas por nossas equipes quando estiveram aqui no mês passado. A administração está de parabéns, pois, fez a lição de casa corretamente”, enfatizou o capitão PM Walter Cabello Neto representante da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil.

O grupo também esteve no bairro do Itatinga, um dos mais atingidos com as fortes chuvas do mês passado. “Observamos que o Município providenciou as obras de contenção daquelas rochas – que corriam o risco iminente de cair”, disse o técnico do IG, Eduardo de Andrade.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil Municipal, Ricardo dos Santos, o atendimento de todas as exigências é um feito inédito para a cidade. “Há muito tempo a cidade sofre com este tipo de problema, mas, nunca o Município conseguiu atender as exigências feitas pelo Estado para estes casos. Um dos bons exemplos de efetividade foi a remoção das famílias na hora da crise e as obras de pequeno e média complexidade. Nós só temos a agradecer e nos orgulhar por estamos trabalhando em uma gestão comprometida e preocupada com a segurança da população e, principalmente, que não mede esforços para garantir a união dos setores quando o assunto é o atendimento em casos de emergências”, completou Santos.

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