• Denise Martins Silveira

Exposição “A Mar, a Espera Líquida” está em cartaz na Casa da Cultura de Paraty

A exposição é um ensaio poético do universo imaginário de mulheres que amam homens do alto mar, embarcados em navios. A narrativa se dá através de uma instalação com fotografias, vídeos, postais, textos, cartas e calcinhas velhas. Em cartaz até 27 de maio.

“Não há liberdade sem o mar” - Proudhon "A mar, a espera líquida", de Antonia Moura, é um ensaio poético do universo imaginário de mulheres que amam homens do alto mar, embarcados em navios. A narrativa se dá através de uma instalação com fotografias, vídeos, postais, textos, cartas e calcinhas velhas. As calcinhas são objetos de intimidade, memória e ausência, da espera por esse amor que não voltou, seu desgaste reflete a passagem do tempo e aqui se transformam em criação e ressignifica o lugar da mulher que não mais espera e sim cria sua própria história. Antônia Moura Jornalista, pesquisadora, fotógrafa, documentarista e artista visual. Pesquisou e produziu o longa "Teu canto de praia", um documentário poético de dois anos de pesquisa e convivência com caiçaras do litoral fluminense e paranaense, da diretora Manu Sobral, através do programa Monumenta - IPHAN. Foi curadora do Festival de curtas-metragens sobre direitos humanos "Entretodos". Fez a pesquisa da série de documentários “ Caminhos” da cineasta Heloisa Passos, para o canal SESCTV. Durante um mês realizou o registro em vídeos e fotografia na viagem para Portugal para o projeto de investigação “Marcas de Valadares” patrocinado pelo edital de Intercâmbio Cultural - Ministério da Cultura. Além de toda comunicação e conteúdo do projeto “Ô de Casa! - Mobilização, Articulação para a Salvaguarda do Fandango Caiçara - IPHAN. Em Paraty, local onde hoje reside, produziu a coletânea de cirandas caiçaras no CD "Ciranda Caiçara de Paraty" e o projeto de pesquisa e memória: Paraty Ciranda: a música como resistência no Museu do Forte Defensor Perpétuo de Paraty. Como artista participou da Residência Artística Quase Espontânea em 2015 no Pouso da Cajaíba - Paraty RJ. Expôs durante o 11o. Paraty em Foco o resultado do trabalho no Madame Duranga - Brechó Café a exposição “A Mar, a espera líquida. E em 2016 participou da Residência São João em parceria com o Parque Lage onde realizou rituais com o tema das calcinhas e os marinheiros. Foi selecionada em 2017 para a exposição coletiva “Metanóia” da Galeria Airez em Curitiba, parte também da Bienal de Curitiba. No verão de 2018 foi convidada para a edição Verãozão da Residência Artística São João.

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