• Fonte: Prefeitura de São Sebastião

Alunos da APAE de São Sebastião conhecem o Viveiro Municipal na Semana do Meio Ambiente

As crianças puderam conhecer diversas espécies de plantas, o pé de açaí, o pau-brasil, manjericão e urucum. Além do rico artesanato que integra o local.

Foto: Arnaldo Klajn/PMSS

Nesta quarta-feira (06/06), dez alunos da Associação de Pais e Amigos Excepcionais (APAE) conheceram o Viveiro Municipal, onde fizeram um pequeno tour e puderam conhecer diversas espécies de plantas. A ação integra a Semana do Meio Ambiente, realizada pela Prefeitura de São Sebastião, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (SEMAM).

A apresentação do Viveiro ficou responsável pelo cuidador do local, Luís Rodrigues dos Santos. Luisão, como é conhecido, mostrou para os alunos, dentre diversas espécies de plantas, o pé de açaí, o pau-brasil, manjericão e urucum. Também fez questão de mostrar as peças de artesanato que enriquecem o lugar: bancos, mesas e artigos de decoração com materiais simples como bambu e madeira de reaproveitamento, que ele mesmo produz.

Para a professora Cintia Nobre, 39, é uma experiência interessante para os alunos e conciliou com o que estão trabalhando em sala. “Toda semana desenvolvemos um tema diferente com eles e nesta estamos abordando o Meio Ambiente. Falamos sobre o descarte correto do lixo, reciclagem e criamos vasinhos de plantas em sala, trabalhando dentro da realidade deles. Sempre recebemos retorno positivo dos pais”, comentou. Além de Cintia, participaram da visita as professoras Yohana Medeiros, Estela Rufino, Suelen Camargo e as auxiliares Monica Santos e Talita Tavares.

O aluno João Pedro Santos, 15, disse que aprendeu a jogar lixo no lugar correto e que adorou o passeio. “Eu não conhecia o pé de açaí, adorei conhecer. Quero ter um na minha casa”, contou.

Segundo a chefe de Pesca e Abastecimento da SEMAM, que também desenvolve um trabalho de Educação Ambiental, Nathalie Pacheco, esse tipo de contato faz com que os alunos valorizarem mais o Meio Ambiente. “Quando temos esse contato com a natureza, de pegar na terra, sentir o cheiro das plantas, percebemos o quanto somos dependentes dos recursos que ela nos dispõe e desenvolvemos a sensação de pertencimento, que nos faz querer proteger e valorizar, como algo realmente nosso”, finalizou.

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