• Fonte: Prefeitura de Caraguatatuba

Profissionais da Saúde de Caraguatatuba recebem treinamento sobre diagnóstico de doenças pulmonares

O objetivo do encontro foi preparar os profissionais para fazer o diagnóstico precoce das doenças pulmonares como Asma, Fibrose Pulmonar Idiopática e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), conhecida como enfisema pulmonar.

Foto: Luis Gava/PMC

Caraguatatuba recebeu nesta quinta-feira (19/07), no auditório do Hotel Jangada Flat, no Centro, capacitação sobre “Matriciamento para atendimento de doenças pulmonares”, aos profissionais da Atenção Básica dos quatro municípios do Litoral Norte.

O treinamento foi ministrado pelo vice-presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT) Regional Campinas, Dr. Paulo Tonidandel; pela coordenadora do AME da região, Giselle Oliveira, e pelo pneumologista, Dr. João Paulo Megdar.

O objetivo do encontro foi preparar os profissionais para fazer o diagnóstico precoce das doenças pulmonares como Asma, Fibrose Pulmonar Idiopática e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), conhecida como enfisema pulmonar.

A DPOC é causada principalmente pelo cigarro, poluição, infecções respiratórias e exposição ocupacional. Pessoas com mais de 40 anos de idade, fumante ou ex-fumante, devem ficar atentas aos sintomas: tosse frequente, expectoração ou “catarro” constante, cansaço ou dificuldade para respirar.

“Consulte um médico, pois algo está errado. Estes sintomas não são apenas parte do envelhecimento. Com esse treinamento, os profissionais da atenção primária estarão aptos a realizar o diagnóstico precoce da doença e a realizar o tratamento e acompanhamento dos portadores da DPOC”, explicou Amélia Ferreira, coordenadora da Atenção Básica de Caraguatatuba.

A articuladora da Atenção Básica da Secretaria Estadual de Saúde – DRS 17 Taubaté, Denise Mendes Ribeiro, destacou que com a constatação do diagnóstico já na Atenção Básica, diminuirão as filas de espera para atendimento de consultas e exames. “Assim, melhoraremos o tempo de resposta da patologia”, disse.

No encontro foi realizada rodada de casos clínicos em DPOC com espirometria, aparelho que mede a quantidade de ar que a pessoa expira e a rapidez com que ela faz isto.

“A espirometria pode detectar a DPOC antes dos sintomas aparecerem. O médico também pode usar o resultado do teste para descobrir a gravidade da doença, além de ajudar a definir seu tempo de tratamento”, explicou o médico Paulo Tonidandel.

A capacitação foi promovida pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e Laboratório Boehringer, direcionada aos médicos, farmacêuticos, fisioterapeutas e enfermeiros que compõe o corpo técnico das Unidades Básicas de Saúde (UBS), dos municípios de Caraguatatuba, Ubatuba, São Sebastião e Ilhabela.

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