• Fonte: Prefeitura de São Sebastião

Cerca de 100 pessoas já têm certificados e autorizações para conduzir visitação ao Refúgio de Alcatr

Os capacitados deverão atender à demanda turística do arquipélago, que está localizado a 40 quilômetros da costa de São Sebastião e deverá ser a primeira reserva marinha de vida silvestre a ser aberta à visitação pública.

Foto: Luciano Vieira/PMSS

Finalizado o segundo curso para capacitação de condutores subaquáticos e de visita embarcada ao Refúgio de Alcatrazes.

A entrega dos certificados e autorizações foi feita no Observatório Ambiental da Rua da Praia, em São Sebastião, pelo Instituto Chico Mendes de Biodiversidades (ICMBio). Os capacitados deverão atender à demanda turística do arquipélago, que está localizado a 40 quilômetros da costa de São Sebastião e deverá ser a primeira reserva marinha de vida silvestre a ser aberta à visitação pública.

De acordo com o analista ambiental do ICMBio, Apoena Calixto Figuerôa, mais de 200 pessoas estão cadastradas para participar dos cursos e cerca de 100 pessoas se formaram na quarta-feira.

“Na parte teórica foram abordados conteúdos relacionados à conservação de ecossistemas, fauna e flora locais, regras da visitação e manejo vigentes, assim como aspectos envolvendo a segurança da navegação e mergulho“, contou Apoena.

A capacitação teórica foi realizada na Fundação Cultural e Educacional (Fundacc) de Caraguatatuba, com a colaboração do Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (CEBIMAR-USP), do Laboratório de Biologia e Conservação Marinha da Universidade Federal de São Paulo (LABECMAR-UNIFESP), da National Association of Underwater Instructors (NAUI), do Instituto Argonauta e da Marinha do Brasil.

Os alunos aprovados na prova teórica tiveram que passar, em seguida, por uma aula prática que foi ministrada no arquipélago.

“São mais de 30 operadoras já cadastradas, e 20 já com autorização para operar”, informou Calixto. Segundo ele, todas as etapas que dependiam do ICMBio já foram realizadas. “Falta agora a instalação do sistema de poitas”, explicou.

Para a analista ambiental do ICMBio, Kelen Luciana Leite, a sensação é de realização, dever cumprido. “Não temos ainda uma previsão para iniciar as visitas. A qualidade das poitas é muito importante porque irá garantir a segurança tanto para o visitante quanto para as embarcações. Talvez dentro de 15 dias já tenhamos novidades”.

Os condutores formados irão assistir a palestras anualmente, como parte de uma capacitação continuada.

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