• Fonte: Prefeitura de Ilhabela

Prefeito de Ilhabela acompanha esvaziamento de composteira do projeto “Resíduo Zero nas Escolas”

A escola Prefeito Leonardo Reale, na Armação, foi a primeira a esvaziar cilindro de resíduos orgânicos.

Foto: Divulgação/PMI

O prefeito Márcio Tenório acompanhou na última sexta-feira (3), na escola Prefeito Leonardo Reale, no bairro Armação, a abertura oficial da primeira composteira de resíduos orgânicos do projeto das secretarias de Educação e Meio Ambiente “Resíduo Zero nas Escolas”, que junto com o Fundo Social de Solidariedade desenvolvem o projeto piloto Horta Educativa.

Nesta primeira fase, o projeto “Resíduo Zero” está sendo desenvolvido em 14 escolas e na segunda fase, contemplará todas as unidades escolares do município. As escolas maiores terão as composteiras e as menores, receberão minhocários.

A secretária de Educação, Yeda Lopes, e de Meio Ambiente, Maria Salete Magalhães, destacaram a união de pais, alunos, professores e funcionários a favor do projeto, apoiado pelos vereadores Luiz Paladino (líder do Governo na Câmara), e pela então vereadora Salete.

A diretora do Fundo Social de Solidariedade, Neide Oliveira, explicou que o projeto Horta Educativa na escola Leonardo Reale é uma iniciativa piloto desenvolvida em parceria entre o Fundo Social ilhéu e de São Paulo.

Os resíduos orgânicos das composteiras alimentarão as hortas das escolas que produzirão verduras e legumes que poderão incrementar até a merenda escolar.

O prefeito Márcio Tenório elogiou a iniciativa e o apoio dos vereadores Luiz Paladino e Salete, das secretarias municipais e Fundo Social. Destacou os investimentos já realizados e previstos para a Educação que deve ter um orçamento em torno de R$ 230 milhões e realizações como poliesportivo no norte do arquipélago, formação de professores, construção de creches e escolas entre outros.

“Esse projeto é mais um que demostra a preocupação de nossa gestão com a preservação ambiental e a qualidade de vida. Temos investido recursos em saneamento básico para universalizar essa área de seis a oito anos, com obras voltadas ao tratamento de água e esgoto. Somente nesse, e nos próximos anos, aplicaremos aproximadamente R$ 41 milhões em saneamento”.

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