• Fonte: Prefeitura de Caraguatatuba

Parte do deck do Massaguaçu começa a ser retirado para intervenção na rodovia

A intervenção visa garantir a segurança dos munícipes que utilizam o local e será a primeira fase do processo de melhorias na área.

Foto: Divulgação/PMC

A Prefeitura de Caraguatatuba inicia na próxima segunda-feira (22/07) a retirada de parte do deck destruído pelo avanço da maré no bairro do Massaguaçu, região Norte da cidade.

Todo o material de madeira ecológica será retirado e encaminhado para o pátio da Secretaria de Serviços Públicos (Sesep), para posterior utilização. Logo depois será feito novo isolamento do local.

A intervenção visa garantir a segurança dos munícipes que utilizam o local e será a primeira fase do processo de melhorias na área.

A Prefeitura terá de investir em torno de R$ 1,5 milhão. Para minimizar os custos com a obra, várias possibilidades foram estudadas e foi considerado o custo e a eficiência da obra, pois essa intervenção deverá ser definitiva.

Segundo o projeto arquitetônico e de engenharia da Prefeitura de Caraguatatuba, haverá um recuo de 3 metros da SP-55 (Rodovia Rio-Santos).

O trecho que sofrerá intervenção é de aproximadamente 650 metros de estrada e após o recuo, a empresa fará a instalação de pedras para impedir o avanço da maré e também a recolocação do deck de madeira. Na SP-55, haverá uma nova pista de rolamento, acostamento e passeio.

A Secretaria de Obras Públicas já protocolizou um pedido de autorização do DER (Departamento de Estradas e Rodagem) de Taubaté para as obras emergenciais no local e o recuo da rodovia.

Histórico

As obras, referentes ao projeto de reurbanização da orla da praia de Massaguaçu, tiveram início em março de 2015, na antiga gestão, antes mesmo da emissão da licença ambiental, que só foi gerada no mês seguinte.

Na mesma época, houve uma denúncia feita à CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) – órgão que realiza a licença para obras que geram impacto ambiental.

Na oportunidade, a CETESB encaminhou uma série de recomendações à Secretaria de Meio Ambiente com relação ao licenciamento ambiental, dentre eles, a realização de estudos geotécnicos relativos ao trecho da praia que desde então já sofria um intenso e constante processo de erosão.

A construção do deck ocorreu no primeiro semestre de 2016, no entanto, em 13 de junho do mesmo ano, todo o trecho do deck foi destruído por uma pequena ressaca.

A administração municipal da época contratou em caráter emergencial uma empresa, que instalou uma estrutura composta por bolsas de concreto, com o intuito de estabilizar a fundação do deck.

No entanto, em 30 de julho de 2016, uma nova ressaca comprometeu essa estrutura, causando rachaduras e espalhando restos de concreto pela faixa de areia, causando riscos aos banhistas.

Foto: Divulgação/PMC

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