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  • Da Redação

Cães e gatos machos também precisam ser castrados

Um dos mitos sobre a castração é a de que machos não precisam ser castrados. Na realidade, se o objetivo for evitar crias indesejadas e o controle populacional de cães e gatos, os machos são os que mais precisam de castração. Sem falar que a castração evita doenças que podem ser fatais para os machos de qualquer espécie, raça ou idade.

Um dos mitos sobre a castração é a de que machos não precisam ser castrados. Na realidade, se o objetivo for evitar crias indesejadas e o controle populacional de cães e gatos, os machos são os que mais precisam de castração. Sem falar que a castração evita doenças que podem ser fatais para os machos de qualquer espécie, raça ou idade.

Tem muito tutor de cães e gatos machos que não está nem aí para a castração do animal. Mas machos também precisam de castração. Ao contrário das fêmeas que procriam apenas após o cio, duas ou até quatro vezes ao ano dependendo da espécie, os machos procriam todos os dias. Por isso, se o objetivo for o controle populacional de cães e gatos, ou, para os tutores, evitar crias dentro ou fora de casa, é fundamental que os machos sejam castrados.

Um dos fatores que contribui para que a situação piore é a falta de responsabilidade dos tutores que deixam seus animais soltos. Durante as famosas “voltinhas”, cães e gatos machos encontram sempre fêmeas no cio e mesmo que elas estejam dentro de uma residência, eles darão um jeito de cruzar.

Não é raro tutores de fêmeas não castradas reclamarem que a pet ficou prenha sem ter saído de casa. Quer mais inconveniência que isto? E a culpa é de quem? De ambos os tutores, claro.

Um dos mitos sobre a castração é a de que machos não precisam ser castrados. Na realidade, se o objetivo for evitar crias indesejadas e o controle populacional de cães e gatos, os machos são os que mais precisam de castração. Sem falar que a castração evita doenças que podem ser fatais para os machos de qualquer espécie, raça ou idade.

Doenças que podem ser fatais são evitadas com a castração

Outro motivo, e muito mais importante, para a castração dos machos são as doenças da próstata e do testículo. São doenças quase sempre silenciosas que são descobertas tardiamente e podem, inclusive, causar a morte do animal pouco tempo após a descoberta ou, dependendo do tutor, nem chegarem a serem descobertas.

Uma das doenças mais terríveis é o câncer de próstata que têm maior incidência entre cães e gatos não castrados. Silenciosa e fatal, a doença é quase sempre descoberta tardiamente.

O câncer de testículo é outra doença bastante comum entre os machos não castrados. Mesmo sendo mais fácil de descobrir, dependendo do tipo de câncer, tem alto índice de mortalidade, podendo inclusive haver metástase.

E para finalizar, outro tipo de câncer, extremamente comum principalmente entre animais não castrados, é o TVT ou Tumor de Sticker, uma doença venérea que atinge cães não castrados em sua grande maioria. Isso porque a transmissão se dá, em quase a totalidade dos casos, durante o acasalamento. Por isso, nesse caso a castração é grande aliada na prevenção. Evitando que o animal seja sexualmente ativo, evita-se em grande parte o contágio. O TVT, apesar de ter um tratamento simples e com alto índice de cura, precisa ser tratado com quimioterapia.

No caso específico dos gatos, a Fiv (Imunodeficiência Viral Felina - conhecida como a AIDS felina) é uma das doenças que tira o sono de todo tutor. A transmissão se dá através da cópula ou, muito frequentemente, através do contato de um animal sadio com a saliva de um animal doente, que pode ocorrer em brigas, por exemplo. Por isso, a maior incidência é em gatos não castrados que andam livremente pelas ruas, mesmo tendo tutores. A Fiv não tem cura, a única prevenção é a castração do gato.

A castração também diminui o risco de cães e gatos desenvolverem hérnia perineal e hipertrofia prostática, duas doenças bastante comuns em animais idosos.

Um dos mitos sobre a castração é a de que machos não precisam ser castrados. Na realidade, se o objetivo for evitar crias indesejadas e o controle populacional de cães e gatos, os machos são os que mais precisam de castração. Sem falar que a castração evita doenças que podem ser fatais para os machos de qualquer espécie, raça ou idade.

Mitos que envolvem a castração dos machos

As falsas verdades criadas pelo pensamento errôneo dos tutores são as maiores responsáveis pela propagação dos mitos sobre a castração dos machos: “se o cachorro for castrado, não vai mais tomar conta da casa”, “ele precisa namorar pelo menos uma vez”, “deixa o gato ser feliz” são apenas exemplos de como o pensamento dos seres humanos pode afetar a boa saúde dos cães e gatos tutelados.

Na realidade, cães e gatos copulam apenas por instinto. Quando existe uma fêmea no cio, eles podem sentir o cheiro a quilômetros e são impelidos a saírem atrás da fêmea pela ação dos hormônios masculinos. Quando não conseguem sair às ruas, ficam estressados e alguns até agressivos, enquanto sofrem a influência da fêmea. O que muitos tutores configuram erroneamente como “desejo sexual”.

Retirando os testículos, a produção dos hormônios acaba e a vontade de procriar também. O animal continua o mesmo, alerta, alegre e continua sendo macho.

Para evitar as doenças e manter a saúde dos machos, é importante que eles sejam castrados. Com a castração dos machos, o controle populacional de cães e gatos é mais efetivo do que com a castração apenas das fêmeas e isso irá se refletir na diminuição do número de animais em situação de rua. Faça a sua parte!

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