• Fonte: Prefeitura de Angra dos Reis

Prefeito cobra audiência pública sobre a Rio-Santos em Angra

Já foram realizadas discussões em Brasília e no Rio de Janeiro e outra está marcada para São Paulo.

Foto: Divulgação/PMAngra

A Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) promoveu, nessa quarta-feira (15), uma audiência pública, no Rio de Janeiro, para discutir a concessão rodoviária da BR-101 (Rio-Santos). Angra dos Reis foi representada pelo prefeito que, em sua fala, solicitou que seja realizada uma ampla discussão sobre o tema na cidade, já que praticamente todo o município é cortado pela via. - Deixei muito claro que não podemos aceitar obras na Rio-Santos para só daqui cinco, seis, oito anos e nós também queremos uma audiência pública em Angra dos Reis. Queremos que a população discuta os preços dos pedágios, discuta a racionalização para baratear o projeto e para ter a garantia de que os moradores da cidade não pagarão pedágio – afirmou o prefeito Um dia antes da audiência pública, o prefeito de Angra participou de uma reunião, no Palácio Guanabara, com o secretário Estadual de Transportes e outros prefeitos da região, onde já havia deixado claro que iria lutar pela duplicação e modernização da rodovia, mas com garantias para os moradores. - Não tem como a Rio-Santos ficar todo fim de semana e nas férias com aquele engarrafamento entre Itacuruçá e Mangaratiba. Queremos uma Rio-Santos moderna e segura, sem engarrafamentos – afirmou o secretário na reunião. De acordo com a ANTT, o novo segmento a ser concedido tem 598,5 km e será composto pelas rodovias BR-116/RJ, entre o entroncamento com a BR-465, no município de Seropédica (km 214,7) e a divisa RJ/SP (km 339,6); BR-116/SP, entre a divisa RJ/SP (km 0) e o entroncamento com a BR-381/SP-015, Marginal Tietê (km 230,6); BR-101/RJ, entre o entroncamento com a BR-493, no município de Itaguaí (408,1) e a divisa RJ/SP (km 599); e BR-101/SP - entre a divisa RJ/SP (km 0) e Praia Grande, Ubatuba (km 52,1). A nova concessão consiste na exploração do sistema rodoviário, por 30 anos, da infraestrutura e da prestação do serviço público de recuperação, operação, manutenção, monitoramento, conservação, implantação de melhorias, ampliação de capacidade, manutenção do nível de serviço e segurança do usuário.

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