• Fonte: Prefeitura de Ilhabela

Placas informam sobre a necessidade de descartar corretamente o lixo em Ilhabela

O projeto, da Secretaria de Meio Ambiente de Ilhabela, em parceria com o Instituto Argonauta, conta com fotografias de animais ameaçados de extinção, cedidas por munícipe. As placas foram instaladas em todas as praias da cidade e em alguns pontos de grande circulação de pessoas.

Placas informam sobre a necessidade de descartar corretamente o lixo em Ilhabela - Foto: Divulgação/PMI

Foram instaladas recentemente, placas informativas de três diferentes modelos, para conscientizar moradores e turistas de Ilhabela, por meio de fotos de animais ameaçados de extinção, o quanto eles são afetados pelo descarte incorreto do lixo.

Uma iniciativa da Secretaria de Meio Ambiente, com a colaboração do Instituto Argonauta, além de um munícipe que forneceu as fotos dos animais, as placas foram instaladas em todas as praias da cidade e em alguns pontos de grande circulação de pessoas, como o Mirante do Piúva, o deck e a saída da balsa.

Segundo informou a pasta responsável, Ilhabela abriga algumas espécies de tartarugas que utilizam o arquipélago para se alimentar durante seu período juvenil, por cerca de 20 anos. Depois de adultas, elas partem para se reproduzir. “Considerando que esses animais ainda são jovens e não se reproduziram, é muito importante preservá-los. Mas, infelizmente, muitos morrem por causa da ingestão de plástico e demais resíduos”, esclareceu Mariana Ferraz, do Meio Ambiente.

De acordo com dados do Instituto Argonauta, de 2,6 mil animais encontrados mortos e necropsiados pela equipe da entidade, no âmbito do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), 48% apresentaram alguma interação com o lixo marinho.

“Além da finalidade educacional, as placas visam também deixar o contato do instituto em todas as praias para que as pessoas liguem ao encontrar um animal marinho morto ou que esteja precisando de resgate”, finalizou Mariana.

A Secretaria de Meio Ambiente de Ilhabela também busca trabalhar com as diretrizes da Década das Nações Unidas sobre a Biodiversidade, que será encerrada neste ano.

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