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Animal comunitário: falta de organização entre cuidadores pode prejudicar a saúde

Animais comunitários, que são cuidados por vizinhos e vivem nas ruas, sem tutores definidos, são amparados por lei. A prática se tornou bastante comum, ainda mais com o excesso de abandono causado pela crise, mas muita gente cuidando, sem se organizar, pode acabar fazendo mais mal do que bem.



Com o excesso de abandono, a escassez de tutores responsáveis e as dificuldades para colocar mais um animal dentro de casa, muita gente acaba cuidando deles na rua. Animais nessas condições são chamados de animais comunitários.


Geralmente, são cuidados e alimentados por mais de uma pessoa, vizinhos ou amigos, que se sensibilizam com a situação e tentam ajudar da melhor forma possível. Muitos deles têm nome e casinha/caminha na calçada ou em praças. Os mais afortunados conseguem uma garagem para dormirem protegidos.


É preciso organização para cuidar desses animais, principalmente se envolve vários cuidadores. Comida nunca é demais e, se for adequada, não irá fazer mal, mas remédios e produtos para controle de parasitas, pulgas e carrapatos podem causar danos graves à saúde desses animais se forem administrados em dosagem maior que o recomendado, o que acaba acontecendo quando muita gente cuida e ninguém sabe quem deu o que. O excesso de medicação pode originar ou agravar problemas no fígado, rins e outros órgãos, causando doenças desnecessárias e colocando a vida do animal em risco.


Para evitar que isso aconteça a dica é organizar e distribuir as tarefas entre os cuidadores. Com a distribuição de tarefas, cada pessoa fica responsável por um item e um cuidado. Dessa forma, o animal fica protegido, cuidado e saudável. E os cuidadores podem fazer até mesmo o rateio dos custos e acabar gastando menos do que se cuidassem do animal sozinhos.


O que pode ajudar quando o animal precisar de auxílio médico ou vacinas. Pensem nisso, organização é a chave para cuidar bem de um animal comunitário!


E não esqueçam, é sempre melhor que os cuidadores encontrem um lar para o pet e essa situação seja apenas temporária. Assim, se outro animal aparecer, os mesmos cuidadores podem se responsabilizar por ele também.

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