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Recorde olímpico

“Se fosse um país, Nordeste teria mais medalhas que Espanha, Argentina e Portugal”. Essa foi a manchete escolhida pelo Jornal Verdes Mares – Diário do Nordeste, em matéria publicada no último dia 07.

Com o final dos Jogos Olímpicos de Tóquio, adiado por conta da pandemia do Coronavírus, diversos são os reflexos sociais consequentes desse evento mundial. Para nós, cabe a reflexão acerca da questão social e racial trazida à tona.

O Brasil bateu recorde olímpico na quantidade de medalhas, no total, nossos atletas conseguiram 21 pódios. Seis medalhas foram conquistadas pela região nordeste, entre elas o primeiro ouro olímpico no surfe e a prata na primeira competição de skate street.

Essas vitórias representam, além de força, garra e determinação dos nossos competidores, a importância do incentivo ao esporte, que é responsável pela socialização, saúde e desenvolvimento social. Nas Olimpíadas reúnem-se delegações de todo o mundo, com um único objetivo em comum: ganhar. Mas, ao analisarmos profundamente, a vitória começa logo antes da inscrição, quando os atletas se dedicam, treinam e praticam sem qualquer forma de apoio e incentivo.

Tóquio foi palco de um verdadeiro show. Além da grande inspiração que os competidores nos trazem, deixam também uma lição: quantos mais “Ítalos Ferreiras” e quantas “Rayssas Leais” teríamos com a devida atenção ao esporte?

Recordes foram quebrados, medalhas foram conquistadas e torcida foi feita, mesmo em meio ao caos que ainda está presente no mundo. Nos resta torcer que os Jogos Olímpicos de Paris, em 2024, seja sede de ainda mais vitórias, e que, até lá, nossos atletas continuem buscando motivação para surpreender.


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